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terça-feira, 4 de abril de 2017

Joyland, de Stephen King, Editora Suma de Letras

Olá, Galera Literária!!!
Conclui uma leitura bem interessante. Vi que muita gente não gostou da obra sobre a qual irei falar e até entendo os motivos desse pessoal. Porém, devo dizer que, apesar de não ter se tornado minha leitura favorita, a obra merece ser lida.
Joyland, de Stephen King, publicação da Suma de Letras, é uma obra contada por um homem com mais de 60 anos. Devin Jones narra a respeito do tempo no qual trabalhou no Parque de Diversões Joyland. No local citado, existe uma lenda de que o espírito de uma garota assassinada no parque permanecia presente em um dos brinquedos. No tempo em que o jovem Jones trabalhava em Joyland, ninguém sabia quem fora o assassino da moça. Também ninguém sabia se a história do fantasma era verdadeira.
Concluída a leitura, caiu a ficha. Compreendi a rejeição de muitos em relação à obra. A narrativa de Stephen King é muito diferente dos demais livros. Os fãs tradicionais do autor esperam dele uma obra com muito terror, sangue e violência. Joyland tem até tais características, porém não é esse o ponto forte da obra. A maioria das páginas no revela um protagonista romântico e reflexivo.
Devin nos fala de suas decepções amorosas, amizades, etc. Ele reflete sobre religião e até transparece uma boa conduta. Não é o cara tipo certinho que prega a castidade, mas também não é o cara promíscuo. Trata-se do típico bom moço. Percebi que os fãs de King não estão acostumados com esse tipo de leitura. Eles não desejam um romance romântico.
Confesso que também esperava muito terror vindo dessa obra, entretanto não me decepcionei com as características abordadas. Todavia, há algo que levemente me desagradou. Enquanto, Devin Jones idoso narra suas memórias de juventude, ele conta coisas de sua idade atual. Nesse paralelo, ele acaba dando spoilers da trama principal que é a sua vida em Joyland. E quando não dá os spoilers de forma clara, ele cita fatos que nos levam a concluir coisas e matar certas charadas presentes no enredo. O tal paralelo acabou estragando boa parte das surpresas. Por esse motivo, classifico o livro com QUATRO ESTRELAS.
Tal classificação não serve como justificativa para rejeitar o livro. Considero uma leitura leve, agradável e reflexiva, sendo uma ótima fonte de distração. Para adquirir a obra, clique aqui.
Assista a resenha em vídeo, clicando aqui.



Abraços e até a próxima postagem.

2 comentários:

  1. Olá, Fernando. Muito boa a sua resenha, eu acredito piamente que esse seja o livro mais leve do King. Para os fãs assíduos do terror, acredito que esse livro seja decepção pura, no entanto é uma obra que vale a leitura. Abração.

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