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sexta-feira, 11 de agosto de 2017

A Ilha Perdida, de Maria José Dupré, Coleção Vaga-Lume


Olá, Galera Literária!!!
É com grande alegria que venho conversar com vocês a respeito de um livro superlegal. Trata-se de uma releitura. Li a obra pela primeira vez quando tinha 10 anos, então faz... Bem, vamos esquecer de quanto tempo faz. Nessa altura do campeonato, o número não importa. O livro em questão intitula-se de A Ilha Perdida, da autora Maria José Dupré. A obra faz parte da Coleção Vaga-lume publicada pela Editora Ática.
A história nos fala dos garotos Eduardo e Henrique que vão visitar seus padrinhos e primos mais novos em uma fazenda de Taubaté. O local é propício para muita diversão. Os meninos sempre ouvem histórias a respeito de uma ilha que se localiza em um grande rio próximo à fazenda. Há uma grande curiosidade em conhecer a ilha de perto. Existe uma lenda que fala sobre a presença de um homem malvado que mora lá.
Certo dia, os meninos encontram uma canoa, e resolvem visitar a ilha motivados pelo achado. Por isso, inventam uma mentira para seus padrinhos, alegando que iriam visitar pessoas próximas da fazenda. Os padrinhos acreditam e até providenciam lanche para os meninos comerem durante o trajeto.
Os meninos partem para a Ilha Perdida e lá, se deliciam com todas as coisas vistas regalando-se com o delicioso lanche que levaram. No momento de retorno, eles percebem que se embrenharam demais no interior da ilha e se encontram perdidos. A partir daí, temos uma narrativa de sobrevivência. Os garotos ficam desesperados. Eles refletem sobre a questão da desobediência e sofrem muito por acreditarem que, talvez, nunca voltarão. Também se amedrontaram ao pensar em que aconteceria quando seus padrinhos soubessem sobre o que realmente aconteceu.
Em um dado momento da história, os meninos acabam se separando. Henrique é encontrado por um habitante misterioso da ilha que o faz de prisioneiro, porém o trata como visita. O homem de nome Simão não permite que Henrique entre em contato novamente com Eduardo. Do início da história até aqui a história me pareceu bem realista. Com o surgimento desse novo personagem senti que a trama passou para o campo do irreal devido à relação de Simão com os animais.
Daqui em diante, é melhor me segurar para não detalhar o enredo. Sobre a trama, só tenho elogios para oferecer. Tudo se desenvolve de forma coerente e os momentos irreais não trazem nada de prejudicial à história. Algo que me chamou bastante a atenção é a forma perfeitamente correta dos meninos ao se expressarem. Não se percebe nenhuma falha nos diálogos. Os garotos falam um português perfeito e polido.
A história é muito envolvente e nos leva a pensar sobre educação e respeito ecológico. Para essa trama, concedi CINCO ESTRELAS no Skoob. Se desejar adquirir o livro, clique aqui.
Assista à resenha em vídeo:


Abraços.

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